JAUENSE CONFEITARIA

FOZ DO IGUAÇU - AV. PARANÁ
2026
Fase: Obra finalizada
início 2024 - inaugurada em 2026
Áreas:
1051,60 m² loja
1900,62 m² terreno
Projeto Arquitetônico e Interiores:
arq. Carlos Fávaro Neto
Desenho Arquitetônico / BIM / compatibilização
arq. Carlos Fávaro Neto
arq. André Pazini
Aprovação:
arq. André Pazini
Aplicação de marca / Paisagismo / Mobiliário Sinalização / Luminotécnico / Layout Cozinhas e áreas técnicas: Fávaro arquitetos
Eng. Responsável: eng. Filippo Siviero Beatrici
FCG PARTICIPAÇÕES LTDA
Projetos Complementares:
Cálculo Estrutural: Celso Escobar
Elétrico/Hidr./Lógica: Eng. Eduardo Ribeiro
A.C: Modular Engenharia Térmica

Confeitaria Jauense | Avenida Paraná
Foz do Iguaçu – Paraná | Arquitetura Comercial
Uma nova unidade da Confeitaria Jauense, localizada na Avenida Paraná, em Foz do Iguaçu, foi concebida para unir eficiência operacional, conforto ambiental e uma experiência diferenciada para clientes e colaboradores.
Desenvolvido na modalidade built to suit, o projeto arquitetônico foi planejado especificamente para atender às necessidades do Grupo Jauense, integrando os processos de produção, atendimento e consumo em uma edificação funcional, contemporânea e acolhedora.
Arquitetura e funcionalidade
Organizada em um único pavimento, a edificação privilegia a fluidez da circulação, a acessibilidade e a integração dos ambientes. Os espaços internos amplos e os pés-direitos elevados proporcionam conforto e qualidade espacial, tanto nas áreas destinadas ao público quanto nos setores de produção.
A implantação contempla estacionamento para 52 veículos, incluindo vagas com infraestrutura para recarga elétrica, bicicletário, espaço pet friendly e uma área exclusiva para operações de delivery, integrada ao setor de serviços.
Design biofílico e conforto ambiental
O conceito de arquitetura biofílica orienta o projeto de interiores, incorporando elementos naturais à experiência dos usuários. Floreiras distribuídas pelos ambientes e jardins que envolvem o salão principal estabelecem uma relação permanente entre arquitetura e vegetação.
No centro do salão, duas jabuticabeiras assumem papel de destaque na composição espacial, criando uma atmosfera acolhedora e reforçando a identidade do projeto.
Com pé-direito superior a cinco metros, o salão principal transmite amplitude e luminosidade. Sua conexão com uma varanda envidraçada, envolvida por jardins e voltada para a Avenida Paraná, amplia a relação visual entre os ambientes internos e externos.
Em contraste com a altura do salão central, a varanda apresenta um pé-direito mais baixo, proporcionando uma escala intimista e aconchegante. Nesse ambiente está localizado o buffet de autosserviço, integrado às áreas de convivência e alimentação.
Sustentabilidade e eficiência
O projeto incorpora estratégias de sustentabilidade energética e hídrica, buscando reduzir o consumo de recursos naturais e otimizar o desempenho da edificação.
A instalação de painéis fotovoltaicos contribui para o abastecimento energético dos sistemas de iluminação interna e externa, enquanto a captação e o aproveitamento de águas pluviais auxiliam na irrigação dos jardins e na limpeza dos pátios.
As soluções arquitetônicas também consideram critérios de desempenho dos materiais, acessibilidade universal, gestão de resíduos e eficiência dos sistemas construtivos, conciliando responsabilidade ambiental e racionalidade operacional.
Implantação e infraestrutura técnica
A configuração do terreno permitiu a separação entre os fluxos de clientes e as operações de serviço, com acesso independente pela Rua Rui Barbosa.
Nesse setor foram concentradas as atividades de apoio, incluindo doca com pavimentação drenante, área de carga e descarga, circulação de motociclistas de delivery e abrigo de resíduos.
Em um nível técnico superior, foram organizados os reservatórios de água, a central de máquinas, os sistemas de aproveitamento de águas pluviais e a infraestrutura elétrica. Uma laje técnica externa, descoberta, abriga equipamentos de climatização e instalações complementares.
Essa organização permite maior eficiência operacional, facilita a manutenção e preserva a qualidade arquitetônica dos ambientes destinados ao público.
Arquitetura como experiência
Mais do que atender às exigências funcionais de uma confeitaria, o projeto procura transformar a experiência cotidiana de seus usuários por meio da integração entre arquitetura, natureza e tecnologia.
A nova unidade da Confeitaria Jauense traduz esses princípios em espaços que valorizam o bem-estar, a eficiência e a identidade do empreendimento, demonstrando como a arquitetura comercial pode conciliar desempenho técnico e qualidade espacial.
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